quinta-feira, 29 de março de 2012
Quanto ao mofo que nos cobre...
Caros amigos,
Deixei um pouco de lado o meu lado “escrevedor”, um pouco por estar em certo período envolvido com meu TCC, um pouco por desleixo, deixando para colocar as ideias no “papel” no dia seguinte etc.
Certamente a opção desleixo é a mais adequada, e seguindo a sugestão de uma pessoa do meu convívio, resolvi escrever sobre o mofo, não a definição original da palavra, conforme o dicionário Michaelis, que é “vegetação criptogâmica, desenvolvida sobre objetos úmidos e vulgarmente conhecida por bolor”, e sim conforme outra definição que se segue, “Criar mofo: ficar velho. Não criar mofo: estar sempre em movimento; não parar”.
Ou seja, deixei “mofar” minha vontade de compartilhar ideias, opiniões e experiências através da palavra escrita. Quiçá a melhor definição é que deixei “enferrujar” o hábito. Mas enfim, com mofo ou ferrugem, cá estou, tentando fazer uma faxina nessa sujeira acumulada.
Esse fato serviu para que pensasse em como é comum deixarmos de lado coisas que gostamos e que nos fazem bem diante de mínimas adversidades. Em nome de trabalho, correria do dia a dia etc. negligenciamos nosso lado afetivo, nossas amizades, saúde, espiritualidade...
Que atire a primeira pedra aquele que não tem grandes amigos com quem tem pouco contato, sob a alegação de falta de tempo, ou que se distancia do convívio de familiares porque o trabalho toma conta do dia a dia. Ou ainda, descuidamos de nossa saúde. Certamente você que lê esse texto se enquadra em alguma dessas situações. Tal como eu fiz e faço com aspectos importantes da minha vida, está deixando criar mofo ou ferrugem em alguns dos pontos mais vitais de sua passagem pelo plano terreno. Faz algum tempo, mais de um ano talvez, decidi que faria algma atividade física no mínimo cinco vezes por semana. Estou conseguindo, e não está sendo difícil. Agora resta tentar tirar um pouco mais dessa sujeira que insiste em tomar conta de outros aspectos do meu ser...
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